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Samsung Galaxy M53 e M23 chegam ao Brasil com câmeras de até 108 MP

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Novos Galaxy M23 e M53
Divulgação/Samsung

Novos Galaxy M23 e M53

A Samsung apresentou, na manhã desta terça-feira (17), os novos integrantes da linha Galaxy M no Brasil. Galaxy M53 e Galaxy M23 são aparelhos intermediários que se destacam pela tela de 120 Hz, pelo conjunto de câmeras de até 108 megapixels e pela bateria. Além disso, os dois já trazem suporte à tecnologia 5G. 

Os novos produtos desembarcam no país e se juntam a outros seis aparelhos da linha M (Galaxy M52 5G, M22, M62, M32, M31 e M12). A Samsung informou ao Tecnoblog que não há previsão de lançar o M33 por aqui.

Galaxy M53 é o mais completo com câmera de 108 MP 

O Galaxy M53 tem uma configuração mais completa que remete aos queridinhos da linha Galaxy A, como A53 e A73 5G. A Samsung oferece uma tela grande de 6,7 polegadas com resolução 2408 x 1080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz.

Mas não é só o painel que chama a atenção, afinal ele dispõe de uma câmera principal de 108 megapixels. O conjunto ainda é formado por ultrawide (8 MP), profundidade (2 MP) e macro de 2 megapixels. A frontal é de 32 MP. 

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O processador é o MediaTek Dimensity 900, plataforma que também aparece no Infinix Zero 5G, que chegou recentemente ao Brasil através da Positivo Tecnologia. O hardware do M53 ainda é formado por 8 GB de RAM e 128 GB de espaço interno. Com essa configuração, o Samsung pode ser interessante para quem joga constantemente, além de ser uma alternativa aos Pocos, da Xiaomi. 

Seguindo os aparelhos mais completos, o intermediário da sul-coreana desembarca com o Android 12 acompanhado da One UI 4.1, que, nos testes do Tecnoblog, tem se sobressaído pela personalização e elementos bem desenhados. 

Sua bateria tem 5.000 mAh de capacidade e há suporte ao carregador rápido de 25 watts, vendido separadamente. 

Galaxy M23 tem tela TFT LCD com taxa de 120 Hz 

Passando para o Galaxy M23, ele recebeu um painel mais simples, porém a Samsung manteve a alta taxa de atualização. O modelo está equipado com painel TFT LCD de 6,6 polegadas (2408 x 1080 pixels) com 120 Hz para maior fluidez durante a navegação. 

Com relação ao agrupamento fotográfico, o M23 traz uma lente principal de 50 MP de resolução, além de uma ultrawide (8 MP) e macro (2 MP). A frontal fica em 8 MP.

O Snapdragon 750G 5G equipa o M23. Ele trabalha aliado a 6 GB de RAM e 128 GB de espaço interno. A bateria é de 5.000 mAh com suporte ao carregamento rápido de 25 W, vendido separadamente. Os dois aparelhos são enviados com uma fonte de 15 watts.

Galaxy M53 e M23: preços e disponibilidade 

Os novos Galaxys chegam ao Brasil com estes preços promocionais: R$ 2.699 para o M53 (já disponível) e R$ 1.899 para o M23, que chega às lojas a partir de 25 de maio. Esses valores são válidos até o dia 12 de junho. Depois, eles ficam assim:

  • Samsung Galaxy M53: R$ 3.499;
  • Samsung Galaxy M23: R$ 1.999.

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Futuros + Híbridos: Tudo junto e misturado

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POR RAFA VAISMAN

Humanos Digitais
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Humanos Digitais

O conceito Híbrido vem do latim híbrida, que significa mestiço, de raças misturadas. O mais comum quando alguém joga no Google essa palavra é achar algo relacionado a genética e biologia. Quando ingressei na faculdade, no curso de Ciências Biológicas em 2001, a palavra híbrido estava sempre relacionada com esse conceito, de cruzamento de espécies diferentes. Mas tudo isso mudou, e senti essa transformação quando comecei a lecionar em 2008 na mesma escola que fiz meu preparatório para o vestibular. Fui responsável por coordenar um projeto de inclusão de tecnologias digitais na sala de aula através de notebooks (hardwares) e softwares para ensino. Mudamos o foco para o relacionamento cada vez mais íntimo e entrelaçado que desenvolvemos com plataformas e com outras tecnologias digitais; e com isso estamos mudando as organizações, os novos empreendimentos, nosso trabalho, nossas vida, nossa cultura. Em vez de mudar do “velho” para o “novo”, de um mundo analógico conhecido para um digital desconhecido, cada vez mais nos misturamos a uma vida híbrida, estando online & “IRL” (In real time) ao mesmo tempo. Essa vida híbrida, dualística, ainda vem sofrendo uma grande aceleração nos últimos dois anos. Devido a transformações cada vez mais velozes, nossa relação com o tempo se modificou extremamente. O futuro não é tão previsível para além de um curtíssimo prazo. Além dessa vida híbrida, estamos sempre pensando no TEMPO, NOVIDADES, e futuros possíveis (possibilidades). O pensar em tempo, novidades e futuros possíveis não é de agora, vem desde que nos tornamos Homo Sapiens, ganhamos um cérebro maior, com um neocórtex infinitamente mais desenvolvido. Estamos sempre experimentando coisas que são fisicamente e virtualmente imersivas, que estão enraizadas na tradição e radicalmente novas. Hoje eu gostaria de chamar atenção para esse fenômeno contemporâneo, essa mudança de comportamento, que venho estudando e buscando explorá-la, através do conceito: Futuros+ Híbridos.

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O QUE É HIBRIDISMO

O hibridismo envolve uma fusão de entidades. Como uma ideia, pode nos ajudar a ver o mundo de forma mais holística, como uma mistura de experiências, materiais, culturas, ou soluções, tensões no tempo e no espaço, que por sua vez criam algo enriquecido, algo novo. Já a palavra Futuro é um tempo considerado como ainda por vir. Então, Futuros + Híbridos seria qualquer coisa que é junta e misturada, gerando algo novo no Futuro. O que busco aqui nesse texto é alavancar a ideia de futuros + híbridos, não só para explorar a tecnologia, a humanidade e a complexa teia de questões que moldam nosso mundo em rápida digitalização, mas que consigamos explorar tensões e contradições.

Que o conceito futuros + híbridos traga essa fusão de sermos TEORIA e PRÁTICA, de familiar e estranho, do qualitativo e quantitativo, do objetivo e subjetivo, do simples e complexo, a até de sabermos conviver + no Físico e no Digital, como indivíduos e coletivo, principalmente para praticarmos a arte de SER + HUMANO em um mundo cada vez + DIGITAL. O Conceito que proponho para elencar reflexões sobre FUTUROS + HIBRIDOS é cada vez mais sobre como equilibrar o antigo e o novo, o capital e o socio- ambiental, o real e virtual. É atualizar a experiência existente e construir novas habilidades, protegendo os fluxos de receita existentes e se engajando em novos ecossistemas, sendo compassivo e analítico ao mesmo tempo. O maior desafio da humanidade nessa cultura global-digital é exatamente balancear as combinações de coisas diferentes, como diz o yourdictionary: Híbrido é definido como algo que é uma combinação de coisas diferentes. Quando eu destaco acima o conceito futuros + híbridos, e cito exemplos de caráter antagônicos (que parecem ter força contrária, opostas ) estou exatamente chamando atenção para a construção de possibilidades divergentes que convergem em um único FUTURO. Edgar Morin propõe três princípios para se pensar a complexidade: o primeiro é chamado de dialógico e nos permite manter a dualidade no seio da unidade. Ele associa termos ao mesmo tempo complementares e antagonistas, tais como ordem e desordem. Se por um lado um suprime o outro, por outro, colaboram para produzir a organização e complexidade. O segundo é o da recursão organizacional. A ideia recursiva é uma ideia em ruptura com a ideia linear de causa; efeito, produto; produtor, estrutura; superestrutura. Tudo o que é produzido acaba recaindo sobre o que se produz em um ciclo autoconstitutivo, auto-organizador e autoprodutor. O terceiro rincípio é o hologramático, que afirma que não apenas a parte está contida no todo, mas que o todo está na parte. No mundo biológico, por exemplo, cada célula de nosso organismo contém a totalidade da informação genética desde o organismo. A humanidade precisa compreender que ela só será bem sucedida se buscar o caminho do meio. Não estou falando de política (Centrão) não, tá! Estou falando de consumo, comportamento, compreensão… Existe um termo sueco que eu aprendi quando morei na Suécia que resume tudo que estou buscando expressar nesse texto: LAGOM LAGOM é uma expressão sueca, é a maneira como os suecos encaram a vida e todas as atividades do cotidiano. O termo, pronunciado como “lagum”, não tem tradução exata para o português. A explicação mais adequada seria algo como “nem muito, nem pouco”. Em outras palavras, significa um modo de viver que valoriza o essencial, sem faltas ou excessos. Não é à toa que essa filosofia de vida se aproxima bastante do minimalismo, propondo que as pessoas aproveitem as coisas na medida certa.

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Fonte: IG TECNOLOGIA

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