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PS Plus incluirá troféus em jogos clássicos em planos Premium e Deluxe

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PS5 e PS4 terão conquistas desbloqueáveis
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PS5 e PS4 terão conquistas desbloqueáveis

Os novos planos do PlayStation Plus irão oferecer não só catálogos com mais de 700 jogos para baixar, como também vão liberar troféus para os títulos clássicos de PS1. A Bend Studios — uma das produtoras parceiras da Sony — confirmou que Syphon Filter, lançado originalmente em 1999, terá conquistas desbloqueáveis no PS4 e PS5.

Em seu perfil no Twitter, o estúdio publicou uma prévia de um dos troféus do jogo, chamado “Um Começo Explosivo”, com a seguinte mensagem: “A inteligência da agência informa que o Syphon Filter incluirá troféus quando chegar ao novo PlayStation Plus”. Isso deve acontecer no dia 13 de junho deste ano.

Vale lembrar que os jogos clássicos do PlayStation só estarão disponíveis para assinantes dos planos Premium — ou Deluxe, em países onde não há PlayStation Now, como no Brasil. Em outras palavras, somente usuários dessas categorias serão capazes de desbloquear os novos troféus.

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Ainda não sabemos se todos os jogos clássicos terão troféus, ou se apenas alguns games selecionados irão oferecer o recurso. Recentemente, o usuário Christian Henares encontrou uma patente, registrada pela Sony, de um sistema que identifica e desbloqueia conquistas em títulos emulados.

Por enquanto, a única certeza é que Syphon Filter vai receber troféus. Contudo, o catálogo de clássicos de PS1 do PS Plus Premium e Deluxe ainda conta com nomes como Ape Escape e Tekken 2, por exemplo.

Jogos clássicos serão melhorados no PS4 e PS5

Além dos troféus, os títulos clássicos do PlayStation disponíveis no PS Plus devem ter interface reformulada, taxa de quadros por segundo melhorada e resolução com maior qualidade.

Aqui no Brasil, o PS Plus Deluxe vai custar R$ 59,90, R$ 159,90 e R$ 389,90 nos planos mensal, trimestral e anual, respectivamente.

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Futuros + Híbridos: Tudo junto e misturado

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POR RAFA VAISMAN

Humanos Digitais
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Humanos Digitais

O conceito Híbrido vem do latim híbrida, que significa mestiço, de raças misturadas. O mais comum quando alguém joga no Google essa palavra é achar algo relacionado a genética e biologia. Quando ingressei na faculdade, no curso de Ciências Biológicas em 2001, a palavra híbrido estava sempre relacionada com esse conceito, de cruzamento de espécies diferentes. Mas tudo isso mudou, e senti essa transformação quando comecei a lecionar em 2008 na mesma escola que fiz meu preparatório para o vestibular. Fui responsável por coordenar um projeto de inclusão de tecnologias digitais na sala de aula através de notebooks (hardwares) e softwares para ensino. Mudamos o foco para o relacionamento cada vez mais íntimo e entrelaçado que desenvolvemos com plataformas e com outras tecnologias digitais; e com isso estamos mudando as organizações, os novos empreendimentos, nosso trabalho, nossas vida, nossa cultura. Em vez de mudar do “velho” para o “novo”, de um mundo analógico conhecido para um digital desconhecido, cada vez mais nos misturamos a uma vida híbrida, estando online & “IRL” (In real time) ao mesmo tempo. Essa vida híbrida, dualística, ainda vem sofrendo uma grande aceleração nos últimos dois anos. Devido a transformações cada vez mais velozes, nossa relação com o tempo se modificou extremamente. O futuro não é tão previsível para além de um curtíssimo prazo. Além dessa vida híbrida, estamos sempre pensando no TEMPO, NOVIDADES, e futuros possíveis (possibilidades). O pensar em tempo, novidades e futuros possíveis não é de agora, vem desde que nos tornamos Homo Sapiens, ganhamos um cérebro maior, com um neocórtex infinitamente mais desenvolvido. Estamos sempre experimentando coisas que são fisicamente e virtualmente imersivas, que estão enraizadas na tradição e radicalmente novas. Hoje eu gostaria de chamar atenção para esse fenômeno contemporâneo, essa mudança de comportamento, que venho estudando e buscando explorá-la, através do conceito: Futuros+ Híbridos.

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O QUE É HIBRIDISMO

O hibridismo envolve uma fusão de entidades. Como uma ideia, pode nos ajudar a ver o mundo de forma mais holística, como uma mistura de experiências, materiais, culturas, ou soluções, tensões no tempo e no espaço, que por sua vez criam algo enriquecido, algo novo. Já a palavra Futuro é um tempo considerado como ainda por vir. Então, Futuros + Híbridos seria qualquer coisa que é junta e misturada, gerando algo novo no Futuro. O que busco aqui nesse texto é alavancar a ideia de futuros + híbridos, não só para explorar a tecnologia, a humanidade e a complexa teia de questões que moldam nosso mundo em rápida digitalização, mas que consigamos explorar tensões e contradições.

Que o conceito futuros + híbridos traga essa fusão de sermos TEORIA e PRÁTICA, de familiar e estranho, do qualitativo e quantitativo, do objetivo e subjetivo, do simples e complexo, a até de sabermos conviver + no Físico e no Digital, como indivíduos e coletivo, principalmente para praticarmos a arte de SER + HUMANO em um mundo cada vez + DIGITAL. O Conceito que proponho para elencar reflexões sobre FUTUROS + HIBRIDOS é cada vez mais sobre como equilibrar o antigo e o novo, o capital e o socio- ambiental, o real e virtual. É atualizar a experiência existente e construir novas habilidades, protegendo os fluxos de receita existentes e se engajando em novos ecossistemas, sendo compassivo e analítico ao mesmo tempo. O maior desafio da humanidade nessa cultura global-digital é exatamente balancear as combinações de coisas diferentes, como diz o yourdictionary: Híbrido é definido como algo que é uma combinação de coisas diferentes. Quando eu destaco acima o conceito futuros + híbridos, e cito exemplos de caráter antagônicos (que parecem ter força contrária, opostas ) estou exatamente chamando atenção para a construção de possibilidades divergentes que convergem em um único FUTURO. Edgar Morin propõe três princípios para se pensar a complexidade: o primeiro é chamado de dialógico e nos permite manter a dualidade no seio da unidade. Ele associa termos ao mesmo tempo complementares e antagonistas, tais como ordem e desordem. Se por um lado um suprime o outro, por outro, colaboram para produzir a organização e complexidade. O segundo é o da recursão organizacional. A ideia recursiva é uma ideia em ruptura com a ideia linear de causa; efeito, produto; produtor, estrutura; superestrutura. Tudo o que é produzido acaba recaindo sobre o que se produz em um ciclo autoconstitutivo, auto-organizador e autoprodutor. O terceiro rincípio é o hologramático, que afirma que não apenas a parte está contida no todo, mas que o todo está na parte. No mundo biológico, por exemplo, cada célula de nosso organismo contém a totalidade da informação genética desde o organismo. A humanidade precisa compreender que ela só será bem sucedida se buscar o caminho do meio. Não estou falando de política (Centrão) não, tá! Estou falando de consumo, comportamento, compreensão… Existe um termo sueco que eu aprendi quando morei na Suécia que resume tudo que estou buscando expressar nesse texto: LAGOM LAGOM é uma expressão sueca, é a maneira como os suecos encaram a vida e todas as atividades do cotidiano. O termo, pronunciado como “lagum”, não tem tradução exata para o português. A explicação mais adequada seria algo como “nem muito, nem pouco”. Em outras palavras, significa um modo de viver que valoriza o essencial, sem faltas ou excessos. Não é à toa que essa filosofia de vida se aproxima bastante do minimalismo, propondo que as pessoas aproveitem as coisas na medida certa.

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Fonte: IG TECNOLOGIA

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