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Governo realiza audiência pública para apresentar melhorias na MT-100 em Alto Taquari

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O Governo de Mato Grosso realizou nesta quarta-feira (22.06) uma audiência pública para apresentar as obras de melhorias previstas para serem realizadas na travessia urbana de Alto Taquari, dentro do contrato de concessão da rodovia MT-100. 

O encontro foi realizado no Centro de Convivência do Idoso e contou com a presença de representantes da Secretaria de Estado de Infraesturutra e Logística (Sinfra-MT), Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), Prefeitura e Câmara Municipal de Alto Taquari, e também da Via Brasil MT-100, concessionária responsável pelo trecho da rodovia, entre Alto Taquari e Alto Araguaia.

Além disso, a comunidade local marcou presença e pode contribuir com as melhorias e opinar sobre as intervenções. Estão previstas a construção de três rotatórias e seis passarelas na travessia urbana de Alto Taquari, na Avenida Coronel Macário Sutil de Oliveira.

De acordo com o secretário adjunto de Logística e Concessões da Sinfra-MT, Huggo Waterson, a audiência foi extremamente produtiva, uma vez que foi uma oportunidade de demonstrar os investimentos e escutar a população. “Assim, o Poder Público se aproxima da população e tem possibilidade de adequar as obras de melhoria às necessidades reais dos municípes”, afirmou.

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Participam da Audiência Pública a prefeita de Alto Taquari, Marilda Sperandio, a presidente da Câmara dos vereadores de Alto Taquari, Vania Regina, o secretário adjunto de Logística e Concessões da Sinfra-MT, Huggo Waterson, o diretor regulador de Ouvidoria da Ager, José Rodrigues Rocha Júnior e o representantes da Via Brasil, Renato Peixoto Beltrame.

Fonte: GOV MT

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Projeto da Sema Mato Grosso leva práticas agrícolas sustentáveis para famílias de nove comunidades

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O Assentamento Antônio Conselheiro, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), recebeu, nesta quarta-feira (30/06), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, materiais para uso no plantio e colheita de itens da agricultura familiar. O Programa de Educação Ambiental na Agricultura Familiar (PEAAF) acontece em nove comunidades e assentamentos de Mato Grosso.

Os municípios atendidos são Peixoto de Azevedo, Tangará da Serra, Barra do Bugres, Poconé e Nossa Senhora do Livramento. São projetos comunitários implementados para a  implantação de hortas ecológicas comunitárias, viveiros e recuperação de nascentes.

“Este projeto possibilitou aos participantes o reconhecimento da importância da conservação ambiental, além de, principalmente, possibilitar a geração de renda com práticas sustentáveis”, explica a superintendente de Educação Ambiental da Sema-MT, Vânia Montalvão.

Marinalva Tavares de Souza, moradora do assentamento, trabalha na agricultura familiar diretamente  com o PEAAF, plantando horta e produzindo leite. Ela destaca o material recebido – utensílios para uso na plantação, como enxadas, pás e carrinho de pneu – que lhe permite produzir mais e melhor.  

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“O projeto, para mim, é muito viável. Desde o início, na formação, já deu para aprender muita coisa. Valorizo muito o trabalho feito aqui, muito importante para nós”, diz.

 
 

Na comunidade de Faval, em Nossa Senhora do Livramento, o projeto possibilitou a educação ambiental por meio de horta comunitária, produção de mudas de árvores nativas e frutíferas do cerrado, para reflorestar as nascentes.

“Hoje, posso falar que sou uma agente de educação ambiental. Aprendi a preservar e, por isso, a conscientizar a população sobre o valor de manter o meio ambiente equilibrado”, afirma Cícera Aparecida da Silva Seni, 35 anos, professora. 

Emprego e renda – O PEAAF também incentiva o extrativismo sustentável de castanha cumaru na Comunidade Quilombola de Capão Verde, em Poconé. Natan José Campos de Oliveira, 22 anos, mora na comunidade, composta por 28 famílias. Eles trabalham com produtos, que não só têm grande aceitação no mercado como contribui para a preservação do bioma Pantanal.

“Este projeto vem para ajudar o nosso trabalho, que, sem recursos, fica muito difícil. Com ele, vai melhorar a renda. Recebemos materiais que ajudam, e muito, no processo de coleta e no processamento da castanha do cumaru”, avalia Natan.

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Fonte: GOV MT

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