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Novo Conselho de Administração da Eletrobras é eleito por acionistas

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conselho da Eletrobras passa por renovação
Ivonete Dainese

conselho da Eletrobras passa por renovação

Os acionistas da Eletrobras elegeram nesta sexta-feira o novo conselho de Administração da empresa, privatizada em junho deste ano. Dos onze membros, sete são novos integrantes e três foram reconduzidos, além do representante dos empregados.

De acordo com uma fonte que participou da assembleia geral extraordinária, a chapa única foi eleita pela maioria dos presentes.

Com isso, foram eleitos para o Conselho de Administração da Eletrobras Ivan Monteiro, ex-presidente da Petrobras, e Marcelo Gasparino, atual conselheiro de empresas como Petrobras e Vale.

Também foram eleitos Carlos Augusto Leone, ex-presidente da Equatorial, Octavio Cortes, ex-conselheiro da Light, além de Marisete Pereira, que já ocupou cargo no Ministério de Minas e Energia (MME).

Na lista está ainda Vicente Falconi, que já foi conselheiro da empresa, além dos atuais conselheiros reconduzidos: Marcelo de Siqueira Freitas, Daniel Alves Ferreira e Felipe Villela Dias.

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A chapa única continha nove nomes indicados pelos acionistas ordinários (ON, com direito a voto). Além disso, essa chapa trouxe ainda o nome de Pedro Batista, sócio da 3G Radar, indicado pelos acionistas preferencialistas (PN, sem direito a voto).

Assim, o conselho da Eletrobras passará por uma forte renovação. Além dos três membros reconduzidos, Carlos Eduardo Rodrigues Pereira, representante dos empregados, continua no colegiado. Há ainda uma expectativa que Ivan Monteiro seja eleito presidente do colegiado.

Fontes destacaram ainda que Wilson Ferreira Júnior, ex-presidente da Eletrobras e da Vibra, seja eleito pelo novo Conselho como novo presidente da empresa. Wilson renunciou ao cargo de presidente da Vibra.

Fonte: IG ECONOMIA

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Uber vai acabar com o Rewards, seu programa de fidelidade

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O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019
Giovanni Santa Rosa

O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019

A Uber comunicou a usuários do aplicativo de transporte neste fim de semana que vai encerrar o seu programa de fidelidade, o Rewards, que chegou ao Brasil em 2019. A decisão, segundo a empresa, é global e não haverá um programa substituto, ao menos por enquanto.

O programa permitia a usuários da plataforma acumular pontos a cada corrida ou pedido (no caso do Uber Eats), os quais poderiam ser trocados por benefícios como descontos na própria plataforma ou em parceiros como serviços de streaming.

Neste sábado, usuários da plataforma no Brasil receberam um comunicado sobre o assunto. “Você tem até o dia 31 de agosto para acumular pontos. Depois dessa data, os benefícios atrelados aos níveis do programa também deixarão de existir.”

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Segundo o comunicado, os pontos já acumulados poderão ser trocados por benefícios até 31 de outubro de 2022. Em 1º de novembro, o Uber Rewards será “totalmente encerrado”, segundo o anúncio. Os usuários podem visualizar seus pontos e resgatar seus benefícios na seção ‘Conta’ no app da Uber.

O fim do programa não ocorrerá apenas no Brasil, e sim em todas as operações da Uber no mundo. Segundo o site The Verge, usuários nos Estados Unidos também receberam comunicado semelhante. O encerramento do benefício ocorre após a plataforma realizar, no Brasil, pesquisas com usuários sobre a avaliação que faziam dos benefícios oferecidos. Por aqui, a plataforma enfrenta forte concorrência da 99, controlada pela chinesa Didi.

“No sábado, dia 13 de agosto, anunciamos aos nossos usuários que o Uber Rewards será encerrado em 1° de novembro. (…) Agradecemos aos nossos usuários pela fidelidade e por fazerem parte do Uber Rewards”, disse a Uber em nota.

No segundo semestre deste ano, a Uber teve, globalmente, um prejuízo de US$ 2,6 bilhões (R$ 13,2 bilhões no câmbio atual), ante lucro de US$ 1,14 bilhão registrado no mesmo período de 2021.

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Apesar disso, e de buscar encerrar suas operações mais deficitárias (a exemplo da operação de delivery do Uber Eats no Brasil), a plataforma tem aumentado sua receita. O faturamento no segundo semestre deste ano foi de US$ 8,07 bilhões, o dobro do registrado de abril a junho de 2021.

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Fonte: IG ECONOMIA

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