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Lira acata recurso e dispensa Guedes de comissão na Câmara

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Parlamentares acusam blindagem ao Guedes com recurso aceito por Lira
Lorena Amaro

Parlamentares acusam blindagem ao Guedes com recurso aceito por Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), acatou um recurso e dispensou o ministro da Economia, Paulo Guedes, de prestar depoimento na Comissão de Segurança Pública nesta terça-feira (5). Guedes foi convocado para explicar os motivos de não ter liberado o reajuste salarial aos policiais, mesmo após um estudo técnico enviado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo Lira, a convocação é antirregimental, pois a omissão no direcionamento de verba não está vinculada diretamente ao Ministério de Justiça e Segurança Pública.

“Afinal, não cabe a Sua Excelência informar sobre matérias alusivas à segurança pública interna e seus órgãos institucionais, tampouco sobre políticas de segurança pública e seus órgãos institucionais. Nesse sentido, é de se supor que a ‘trava’ ao aumento da remuneração dos profissionais da segurança pública alegadamente imposta pelo Ministério da Economia decorra de razões diversas das inerentes às políticas de segurança pública e seus respectivos órgãos”, declarou Lira em seu despacho.

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O recurso atende um pedido de um colega de partido, Neucimar Fraga (ES) que achou a convocação abusiva e fora as regras da comissão. Fraga até tentou recorrer ao presidente da comissão, Aluísio Mendes (PSC-MA), mas teve seu pedido negado.

O responsável pela convocação de Guedes, o deputado federal Luís Miranda (Republicanos-DF), prometeu recorrer da decisão. Na visão do parlamentar, o recurso é uma blindagem para Guedes e prejudica a classe policial.

Fonte: IG ECONOMIA

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Uber vai acabar com o Rewards, seu programa de fidelidade

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O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019
Giovanni Santa Rosa

O programa Rewards chegou ao Brasil em 2019

A Uber comunicou a usuários do aplicativo de transporte neste fim de semana que vai encerrar o seu programa de fidelidade, o Rewards, que chegou ao Brasil em 2019. A decisão, segundo a empresa, é global e não haverá um programa substituto, ao menos por enquanto.

O programa permitia a usuários da plataforma acumular pontos a cada corrida ou pedido (no caso do Uber Eats), os quais poderiam ser trocados por benefícios como descontos na própria plataforma ou em parceiros como serviços de streaming.

Neste sábado, usuários da plataforma no Brasil receberam um comunicado sobre o assunto. “Você tem até o dia 31 de agosto para acumular pontos. Depois dessa data, os benefícios atrelados aos níveis do programa também deixarão de existir.”

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Segundo o comunicado, os pontos já acumulados poderão ser trocados por benefícios até 31 de outubro de 2022. Em 1º de novembro, o Uber Rewards será “totalmente encerrado”, segundo o anúncio. Os usuários podem visualizar seus pontos e resgatar seus benefícios na seção ‘Conta’ no app da Uber.

O fim do programa não ocorrerá apenas no Brasil, e sim em todas as operações da Uber no mundo. Segundo o site The Verge, usuários nos Estados Unidos também receberam comunicado semelhante. O encerramento do benefício ocorre após a plataforma realizar, no Brasil, pesquisas com usuários sobre a avaliação que faziam dos benefícios oferecidos. Por aqui, a plataforma enfrenta forte concorrência da 99, controlada pela chinesa Didi.

“No sábado, dia 13 de agosto, anunciamos aos nossos usuários que o Uber Rewards será encerrado em 1° de novembro. (…) Agradecemos aos nossos usuários pela fidelidade e por fazerem parte do Uber Rewards”, disse a Uber em nota.

No segundo semestre deste ano, a Uber teve, globalmente, um prejuízo de US$ 2,6 bilhões (R$ 13,2 bilhões no câmbio atual), ante lucro de US$ 1,14 bilhão registrado no mesmo período de 2021.

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Apesar disso, e de buscar encerrar suas operações mais deficitárias (a exemplo da operação de delivery do Uber Eats no Brasil), a plataforma tem aumentado sua receita. O faturamento no segundo semestre deste ano foi de US$ 8,07 bilhões, o dobro do registrado de abril a junho de 2021.

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Fonte: IG ECONOMIA

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