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Dia Internacional da Enfermagem é celebrado com caminhada Vida pela Vida em Diamantino

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A Caminhada Vida pela Vida foi um sucesso e marcou mais um dia de programação da 1ª Semana da Enfermagem em Diamantino alusiva ao Dia Internacional da Enfermagem, comemorado nesta quinta-feira (12.05). O evento teve como público alvo os profissionais, acadêmicos, professores da área de saúde e a comunidade em geral, todos motivados por hábitos mais saudáveis e qualidade de vida. O percurso iniciou na prefeitura com chegada na Praça Major Caetano Dias.

O movimento  proporcionou mais um reencontro entre os profissionais da classe e propôs também um momento de conscientização sobre a importância da atividade física . Antes da largada houve um alongamento coletivo sob orientação de educadores físicos. A tarde com clima agradável favoreceu para os participantes chegarem ao destino com muita disposição e alegria.

A secretária Marineze participou da caminhada durante todo o percurso e ao final recbeu flores da equipe. Ela também deixou sua mensagem de homenagem. “Parabéns pelas vidas que vocês salvam e pelo carinho e amor com que cuidam ”, declarou.

A enfermeira Geysa Campos do ESF Jardim Alvorada destacou que a ação tira os profissionais da invisibilidade e trouxe união entre as equipes.  “Achei muito bancana porque proporciona maior visibilidade da nossa categoria que é a maior da saúde, a grande massa. Essas atividades elas trazem alegria, que nesse período ainda pandêmico, mas em menor quantidade de casos, é um grande remédio. Possibilita também a socialização  e a melhoria da autoestima. Aprovadíssima a iniciativa”, pontuou.

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O médico da família, Dr. Gustavo Vasconcelos que atua no ESF Pedregal falou sobre a importância da mobilização como forma de reconhecimento ao trabalho da classe.  “É bem vantajosa essa participação da comunidade, da classe da enfermagem. Parabéns à secretária de Saúde Marineze por estar elencando esse dia tão especial do enfermeiro, do técnico de enfermagem e auxiliar nas comemorações. São pessoas que fazem quase tudo dentro de um pronto atendimento, em um hospital. O médico está ali para fazer o atendimento, mas quem vai fazer o cuidado todo é o pessoal da enfermagem”, explicou.

Pablo Monteiro, coordenador do ESF Bom Jesus parabenizou os idealizadores da ação. “Quero parabenizar, porque o evento está sendo maravilhoso e agradecer a iniciativa, a caminhada foi maravilhosa, contando com toda a equipe das unidades de saúde e da Prefeitura. Que possamos aderir esse movimento para os próximos anos se estendendo para outras secretarias e outras pessoas da sociedade. É uma forma de valorização e incentivo aos profissionais”, disse.

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Conselheiros tutelares de 17 municípios participam de Oficina de Capacitação do Sipia em Diamantino

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Diamantino sediou esta semana a Oficina de Capacitação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA/CT-MT) provida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/MT). Ao todo, participaram representantes de 17 municípios, sendo 8 do núcleo regional de Diamantino e 8 municípios convidados. A capacitação foi ministrada pela Coordenadora Estadual do SIPIA/CT, Rebecca Alves Marques Souza.

Integram o núcleo regional os municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Denise, Nortelândia, Rosário Oeste e Arenápolis, e foram convidados representantes dos municípios de Brasnorte, Santo Afonso, Jangada, Acorizal, Colniza, Juara, Tangará da Serra, Castanheira, Lucas do Rio Verde.

O Sipia, explicou a coordenadora, é um sistema nacional de registro e tratamento de informação sobre a promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) onde propõem gerar informações com a finalidade de subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania.

E esta formação, de acordo com Rebecca Alves, teve como objetivo orientar os conselheiros tutelares na implementação de melhorias e aprimoramento no que diz respeito ao sistema.

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“O Sipia é a única ferramenta informatizada do conselheiro tutelar. É um banco de dados onde são registradas todas as violações de direitos humanos de crianças e de adolescentes e quando o Conselho Tutelar utiliza o CIPIA o município tem diagnóstico, tem dados estatísticos das violações que acontecem nos seus municípios para gerenciar as políticas públicas voltadas para as áreas da infância e da juventude, nas áreas que mais tem violação dentro daquela localidade”, detalhou.

Regiane Chaves Carrijo, conselheira tutelar de Lucas do Rio Verde, reconheceu a importância da capacitação para a o pleno funcionamento do Sipia. “Era a complementação que falava para os conselheiros realizarem a correta inserção de dados no sistema”.

De Arenápolis, Naine Alves reforçou a fala da colega por entender a importância no Sipia na definição de estratégias de ação e implementação de políticas públicas nos respectivos municípios a partir dos dados estatísticos computados no sistema.

Tanto Regiane quanto Naine apontaram com um dos grandes desafios do Conselho Tutelar a compreensão por parte da sociedade de sua real função que é a garantia dos direitos da criança e do adolescente.

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Sipia

O Sipia fundamenta-se no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tem três objetivos primordiais que são: operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos; encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado, para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente e outras.

Por estruturar-se com base nos mesmos conceitos do Eca e do Adolescente, o Sipia constitui-se em instrumento de capacitação para os conselheiros tutelares e para os conselheiros de direitos, contribuindo para a implantação e o adequado funcionamento de ambos e, assim, para a implantação do próprio estatuto. 

Conselhos tutelares

Os Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente – que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente, cabe também ao Conselho Tutelar repassar as denúncias para o Poder Judiciário naquilo que lhes compete. 

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