AGRONEGÓCIO
SENAR-PR abre credenciamento para instrutores em mecanização
AGRONEGÓCIO
Estão abertas as inscrições para o credenciamento de pessoas jurídicas interessadas em integrar o corpo de instrutores do SENAR-PR. O Edital 003/2022 foi aberto para credenciar profissionais voltados a ministrar treinamentos para profissionalização rural no curso “Operação e Manutenção de Semeadoras-adubadoras”, mais conhecidas como plantadeiras. O prazo para inscrição termina em 23 de maio.
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: para acessar o edital, clique aqui.
O perfil desejado para essa função inclui formação superior completa em Engenharia Agronômica, Engenharia Agrícola ou tecnólogo em Mecanização em Agricultura de Precisão, além de experiência comprovada com máquinas agrícolas. Vivência em Agricultura de Precisão e vivência em sala de aula são diferenciais. Casos de indivíduos com formação em outras áreas serão analisados individualmente.
Vale lembrar que neste cadastramento é vedada a participação de empresas individuais Microempreendedor Individual (MEI), empresas individuais de responsabilidade limitada (Eireli), ou cooperativas. Também não podem participar empresas que estejam inadimplentes com qualquer órgão da administração pública direta ou indireta; empresas que tenham algum dirigente, sócio, responsável técnico com funcionários do SENAR-PR. Para conhecer de forma ampla todas as regras, consulte o edital no site da instituição.
O resultado da seleção sai no dia 3 de junho, quando os candidatos selecionados iniciam então uma etapa classificatória com avaliações técnicas e pedagógicas, além de um treinamento técnico e de uma aula demonstrativa. O resultado final com as pessoas jurídicas aprovadas no certame será divulgado dia 1º de agosto de 2022.
Curso
O curso “Operação e Manutenção de Semeadoras-adubadoras” ainda não foi lançado oficialmente. Trata-se de uma novidade que faz parte da formação de “Tratorista Agrícola”. Futuramente, a capacitação será prestada em todos os municípios do Estado, conforme a demanda de convocação.
O objetivo do treinamento é capacitar os participantes nas técnicas de operação e manutenção de plantadeiras. Com carga horária de 24 horas, o curso pretende abordar diversos temas relacionados à área, como parâmetros fitossanitários, parâmetros de semeadura, regulagem dos equipamentos e muitos outros.
O SENAR-PR possui mais de 250 títulos de curso, todos gratuitos e com entrega de certificado aos aprovados.
AGRONEGÓCIO
Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia
O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.
O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.
Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.
O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.
Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.
Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.
Fonte: Pensar Agro
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