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Em feira de alimentos, CNA destaca avanço da produção rural no Brasil

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Brasília (12/04/2022) – O vice-presidente de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Gedeão Pereira, participou, na terça (12), da abertura da Anufood Brazil – Feira Internacional Exclusiva para o Setor de Alimentos e Bebidas, que acontece de 12 a 14 de abril, em São Paulo.

Em seu discurso, Gedeão destacou a importância das condições geográficas do Brasil para a produção de alimentos. “Vivemos em um país continental que tem solo, água, assistência e um produtor rural com nível técnico elevado que se compara aos melhores do mundo”.

O representante da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (Farsul) também falou sobre o forte avanço da agricultura e da pecuária brasileira ao longo dos anos.

“A tecnificação do produtor levou o país ao mercado internacional em um curto espaço de tempo. Faz apenas 23 anos que nos tornamos uma das maiores agriculturas exportadoras do mundo e isso nos dá uma expectativa de que seremos a maior nos próximos 20 ou 30 anos”, disse.

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Segundo Gedeão Pereira, essa expectativa traz uma responsabilidade ao país para que continue evoluindo. “Mesmo sendo um dos maiores exportadores de commodities do mundo, ainda precisamos pisar no exterior como marca brasileira de produtos agropecuários”.

Para o vice-presidente de Relações Internacionais da CNA, feiras de alimentos e bebidas, como a Anufood, são oportunidades de apresentar aos pequenos e médios empresários rurais o comércio exterior.

“Muitas marcas brasileiras de alimentos não pisaram nos supermercados do mundo, apenas em locais mais restritos. Precisamos evoluir e levar mais do que commodities ao mercado internacional”, afirmou.

A CNA participa da feira por meio do projeto Agro.BR, iniciativa desenvolvida em parceria com a Apex-Brasil, que terá um estande para promover atividades de promoção comercial e reuniões de negócios. Foram selecionados 14 empreendedores rurais inscritos no projeto, de diversas cadeias produtivas, para apresentar os seus produtos a possíveis compradores internacionais no evento.

O espaço terá uma cozinha para preparação e demonstração dos alimentos e áreas reservadas para reuniões, entre outras atrações. Durante a feira também serão realizadas rodadas de negócios.

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“O objetivo da nossa participação é inserir o pequeno e médio produtor no mercado internacional. Uma feira como essa é uma ótima oportunidade para fazer essas empresas começarem a ter mais contato com compradores internacionais”, afirmou o coordenador de Promoção Comercial da CNA, Rodrigo da Matta.

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Fonte: CNA Brasil

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Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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